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	<title>Guto Modesto</title>
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		<title>Twitter em sua nova versão, no site e no mobile.</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 17:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O TweetDeck também já foi atualizado para integrar o novo design. Para quem não sabe, o TweetDeck foi comprado pelo Twitter neste ano de 2011.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Chico Montenegro &#8211; <a href="http://midiaboom.com.br/2011/12/09/twitter-em-sua-nova-versao-no-site-e-no-mobile/" target="_blank">Midiaboom</a></p>
<p>O Twitter mais uma vez surpreendeu seus usuários. Nesta quinta-feira a nova versão do maior microblog do mundo entrou no ar primeiro no iPhone e Android, logo em seguida apareceu no iPad e pouco tempo depois o site foi atualizado para seu novo design.</p>
<p>O TweetDeck também já foi atualizado para integrar o novo design. Para quem não sabe, o TweetDeck foi comprado pelo Twitter neste ano de 2011.</p>
<p>O novo layout do Twitter é constituído por quatro menus principais, são eles o início, conectar-se, descobrir e conta. Simplificamos a forma como cada pessoa segue os assuntos que lhe interessam, se liga a outras pessoas e descobre algo novo”, comentou a equipe do Twitter no post oficial sobre o lançamento.</p>
<p>Todas as mudanças estão bem descritas no site <a href="http://fly.twitter.com/">fly.twitter.com</a>. Mas, confira no vídeo abaixo um pouco dessa atualização.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/0qqDy5BmYKE?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>As redes sociais mais acessadas via celular</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 17:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ComScore divulgou números para o Japão, Estados Unidos e Europa a partir de seu serviço MobiLens sobre quais são as marcas de mídia social mais acessadas nessas regiões via telefone celular.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="http://www.midiassociais.net/2010/10/as-redes-sociais-mais-acessadas-via-celular/" target="_blank">MídiasSociais</a></p>
<p>A ComScore divulgou números para o Japão, Estados Unidos e Europa a partir de seu serviço MobiLens sobre quais são as marcas de mídia social mais acessadas nessas regiões via telefone celular. Em todos os mercados, marcas locais e globais mostraram diferentes níveis de adoção pelo público. Nos Estados Unidos e na Europa o Facebook lidera, no Japão a liderança é da Mixi, uma rede local. Outras marcas locais como a Gree e a Mobage Town também estão entre as mais acessadas redes sociais no Japão. O Twitter foi a única marca a ser classificada entre as quatro primeiras em todos os mercados. É uma pena que dados sobre o Brasil não foram divulgados.</p>
<p><strong>Japão</strong><br />
1. Mixi<br />
2. Gree<br />
3. Twitter<br />
4. Mobage Town</p>
<p><strong>Estados Unidos</strong><br />
1. Facebook<br />
2. MySpace<br />
3. YouTube<br />
4. Twitter</p>
<p><strong>Europa</strong><br />
1. Facebook<br />
2. YouTube<br />
3. MSN / Windows Live / Bing<br />
4. Twitter</p>
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		<title>Cliques do Adwords e Visitas do Analytics</title>
		<link>http://gutomodesto.com.br/cliques-do-adwords-e-visitas-do-analytics/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2011 04:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontece]]></category>
		<category><![CDATA[Novas tecnologias]]></category>
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		<category><![CDATA[cliquesxvisitas]]></category>
		<category><![CDATA[google analytics]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Eric Apesteguy no Webinsider Diferenças entre cliques do Adwords e visitas do Analytics Por diversas vezes em nosso curso sobre o Google Analytics somos questionados sobre a diferença entre o registro de cliques registrados no Google AdWords e nas visitas registradas no Google Analytics. O assunto que parece polêmico, pode ser facilmente explicado por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Eric Apesteguy no Webinsider</em></strong></p>
<h2>Diferenças entre cliques do Adwords e visitas do Analytics</h2>
<p>Por diversas vezes em nosso <a title="Conheça o curso de Google Analytics e Web Análise do Curso de E-Commerce" href="http://www.cursodeecommerce.com.br/cursoecommerce/curso-google-analytics/" target="_blank">curso sobre o Google Analytics</a> somos questionados sobre a diferença entre o registro de <strong>cliques</strong> registrados no <strong>Google AdWords</strong> e nas <strong>visitas</strong> registradas no <strong>Google Analytics</strong>.  O assunto que parece polêmico, pode ser facilmente explicado por alguns  parâmetros e procedimentos adotados pela equipe do Google.<span id="more-1354"></span></p>
<p>Este é um tema básico, porém muito relevante. Os clientes ficam em   dúvida e  sempre perguntam, com toda razão. Como não ficar confuso com   as diferenças entre  números de <strong>cliques no Adwords</strong> e de <strong>visitas no  Analytics</strong>?</p>
<p>Ao comparar os dados recolhidos pelo <em>Adwords</em> com os do <em>Google  Analytics</em>,  na  maioria das vezes chegamos a uma diferença que nos causa  má  impressão pela  inexatidão dos dados. Então quais são as possíveis   razões desta incoerência?</p>
<h3>Cliques no AdWords x Visitas no Google Analytics</h3>
<p>Antes de entrar em explicações mais detalhadas sobre essas  discrepâncias,  precisamos definir o que são cliques do <em>Google Adwords</em> e  visitas no <em>Google  Analytics</em>.</p>
<p><strong>Clique – Adwords:</strong> corresponde a um clique em um anúncio de uma campanha  Adwords. Cada clique será contabilizado e faturado pelo Google.</p>
<p><strong>Visita – Analytics:</strong> período de interação entre um   navegador e um site.  Fechar o navegador ou ficar inativo durante mais   de 30 minutos finaliza a  visita.</p>
<p>Pensamos espontaneamente que um clique deveria se tornar uma visita e   que os  dois números deveriam ser iguais. Porém, geralmente, como pode   ser visto no  exemplo abaixo, visitas são inferiores a cliques. Por  que  isso acontece? Há  várias explicações possíveis.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2776" href="http://gutomodesto.com.br/?attachment_id=2776"><br />
</a><a rel="attachment wp-att-2783" href="http://gutomodesto.com.br/?attachment_id=2783"><img title="cliques-analytics-diferentes-adwords" src="http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/cliques-analytics-diferentes-adwords.png" alt="Por que os cliques do Google AdWords são diferentes das visitas no Google Analytics" width="420" height="106" /></a></p>
<h4>Razões para o aumento de cliques no AdWords</h4>
<ul>
<li>O usuário pode clicar várias vezes no mesmo anúncio, ou em outro,     contabilizando vários cliques. O <strong>Analytics</strong> contabiliza uma visita  apenas,    porque o visitante ficou entrando e  saindo durante os 30  minutos (X cliques, 1    visita). Este é um  comportamento típico de  visitantes que fazem comparação de    preços.</li>
<li>Alguns visitantes clicam no anúncio, mas saem antes da página   carregar    completamente (1 clique, 0 visitas). Isso pode ser feito   usando o botão    “Parar” ou “Voltar” do navegador. A sua página de   destino pode estar pouco    atrativa para o segmento de mercado que você   pretende alcançar – pessoas que    pensaram por um momento que  pudessem  se interessar saem logo que vêem algo não    esperado. É  preciso  verificar sua taxa de rejeição.</li>
<li>O fato da página demorar muito para carregar pode fazer que o   visitante    clique no botão Refresh antes do carregamento final após o   clique (1 clique, 0    visitas). Uma visita acabará sendo  contabilizada,  porém não será interligada    ao Adwords.</li>
<li>Existem padrões de fraude do clique, onde você receberá os dados      analíticos que houve tráfego de “pessoas” que viram sua página, mas na      realidade alguém, ou um robô programado para tal, está comendo o seu   orçamento    de clientes, (concorrente ou proprietário do site)  clicando  constantemente em    seus anúncios (X cliques, 1 visita).</li>
<li>A página de destino (landing page) pode não estar tagueada corretamente    com o Analytics (X cliques, 0 visitas).</li>
<li>Se o usuário desativou o Javascript ou os cookies do navegador, não   será    registrado no Analytics. Contudo o Adwords contabilizará um   clique (X cliques,    0 visitas).</li>
<li>Você tem redirecionamentos fraudulentos onde o visitante chega na   página    sem realmente querer estar lá (1 clique, 0 visitas) e,   consequentemente, sai    antes do carregamento da página. Verificar sua   taxa de rejeição.</li>
<li>Se um redirecionamento existe entre a URL de destino contida no   AdWords e    a página onde o visitante chegou após ter clicado no   anúncio, a informação    contida na URL é perdida no redirecionamento e o   Google Analytics pode não    reconhecer os dados vindos do AdWords (X   cliques, 0 visitas).</li>
<li>Quando sua campanha Adwords que está linkada à conta Analytics de um   site    possui anúncios que apontem para outro site (X cliques, 0   visitas). Este outro    site pode ser do mesmo cliente, por exemplo.</li>
<li>A rede pode estar saturada momentaneamente e um roteador inacessível   (X    cliques, 0 visitas). Nesse caso, as páginas do site não carregam  e  a tag do    Analytics acaba não sendo executada.</li>
</ul>
<h3>Razões para o aumento do número de visitas</h3>
<ul>
<li>Um utilizador pode clicar em um anúncio e, posteriormente, durante   uma    sessão diferente, voltar diretamente ao site através de um atalho   de favorito.    As informações de referência da visita original serão   retidas neste caso, para    que aquele clique resulte em várias visitas   (1 clique, X visitas).</li>
<li>Para garantir uma faturação mais precisa, o AdWords filtra   automaticamente    os cliques inválidos dos seus relatórios. No entanto,   o Analytics registra    esses cliques como visitas ao seu site, para   mostrar o conjunto completo dos    dados de tráfego (0 cliques, X   visitas).</li>
</ul>
<h3>Percentagem de diferença</h3>
<p>A percentagem de discrepâncias entre cliques e visitas situa-se   geralmente  entre 0 e 30%, sendo mais cliques do que visitas. Quem   quiser contribuir na  identificação de possíveis razões pode fazer   sugestões, aumentar e melhorar a  lista. É incômodo, mas dificilmente   conseguiremos eleiminar a diferença emtre o  número de cliques no   AdWords e o número de visitas no Google Analytics.</p>
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		<title>Guia Facebook para Educadores</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 04:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontece]]></category>
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		<category><![CDATA[educadores]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Mídias Sociais O Facebook lança essa semana o Guia Facebook para Educadores – um material gratuito e fácil de baixar que ajudará professores do mundo todo a entenderem e aproveitarem a mídia social na sala de aula. http://facebookforeducators.org/. O guia foi escrito pela especialista em educação Linda Fogg Phillips, pelo mestre Derek Baird e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="http://www.midiassociais.net/2011/05/guia-facebook-para-educadores/" target="_blank">Mídias Sociais</a></p>
<p>O Facebook lança essa semana o Guia Facebook para Educadores – um  material gratuito e fácil de baixar que ajudará professores do mundo  todo a entenderem e aproveitarem a mídia social na sala de aula. <a href="http://facebookforeducators.org/" target="_blank">http://facebookforeducators.org/</a>. O  guia foi escrito pela especialista em educação Linda Fogg Phillips,  pelo mestre Derek Baird e pelo Dr. BJ Fogg. Abaixo Linda Fogg  Phillips fala sobre como as mídias sociais podem ajudar na sala de aula.</p>
<p>P: Por que há a necessidade desse tipo de guia para professores?<span id="more-1349"></span></p>
<p>R: O Facebook influencia todos os aspectos da sociedade, incluindo a  educação. Os professores estão reconhecendo que precisam ter um melhor  entendimento sobre o Facebook e utilizá-lo de forma positiva e produtiva  para apoiar a educação dos alunos do século 21.</p>
<p>P: Quais são os pontos mais importantes sobre a mídia social que os professores devem saber?</p>
<p>R: O ponto mais importante que os professores devem saber a respeito  da mídia social é que ela está mudando a maneira como nos comunicamos e  interagimos de uma forma inédita. Os professores precisam conhecer e  entender essa tecnologia para que sejam capazes de atender às  necessidades educacionais dos alunos de hoje. Também precisam saber  ensinar e estimular seus alunos a serem bons “cidadãos digitais”.<br />
P: Muitos professores querem manter seu próprio espaço pessoal no  Facebook, mas também têm interesse na mídia social como uma ferramenta  para o aprendizado. Há uma forma de manter seu próprio espaço e usar a  ferramenta para fins educativos?</p>
<p>R: Os professores podem manter sua privacidade e interagir  profissionalmente com seus alunos utilizando os grupos e as páginas, sem  a necessidade de se tornarem amigos dos alunos. Também é importante que  definam suas configurações de forma a refletirem o nível de privacidade  desejado.</p>
<p>P: Como os professores estão utilizando, de maneira positiva, o Facebook e a mídia social na sala de aula?</p>
<p>R: Os professores que entendem que uma das ferramentas mais poderosas  para o ensino é também um meio que promove o entusiasmo pelo  aprendizado têm grande capacidade de engajar seus alunos em uma  experiência de aprendizado ativa. Alguns professores estão usando o  Facebook como uma ferramenta para apoiar discussões em classe, ampliar a  conscientização de eventos e causas, estimular a colaboração entre os  alunos e encorajar “o aprendizado além da sala de aula”. Alguns também  oferecem aos alunos a oportunidade de receberem feedback e informações  vindas de seus pares. Isso sem falar da possibilidade de ministrarem  aulas virtuais, móveis e mediante solicitação.</p>
<p>P: Como os professores podem participar da elaboração da política de mídia social de sua escola?</p>
<p>R: Acima de tudo, os professores precisam ter um bom entendimento da  mídia social, incluindo seus benefícios e riscos, para que possam  desenvolver uma política de mídia social adequada para a escola. Com  esse entendimento, professores e administradores podem realizar  discussões regulares para elaborarem uma política de mídia social capaz  de apoiar as metas sociais, emocionais e acadêmicas de sua respectiva  instituição de ensino. As políticas de mídia social das escolas devem  ser revisadas com frequência.</p>
<p>P: Você criou um website, o FacebookForEducators.org, que acompanha o guia. O que os professores encontrarão lá?</p>
<p>R: O FacebookForEducators.org foi desenvolvido para oferecer aos  professores informações atualizadas sobre o Facebook, além de conteúdo  sobre como utilizar essa mídia como uma ferramenta de suporte para a  educação. Os professores encontrarão tutoriais fáceis de entender,  informações mais detalhadas e dicas e ideias criativas sobre o uso do  Facebook na educação. O site também oferece acesso direto a  especialistas nesse campo emergente e que muda rapidamente.</p>
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		</item>
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		<title>Fujifilm, uma empresa “DESpreocupada” com o Consumidor!</title>
		<link>http://gutomodesto.com.br/fujifilm-uma-empresa-%e2%80%9cdespreocupada%e2%80%9d-com-o-consumidor/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 19:56:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mundo afora]]></category>
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		<category><![CDATA[câmera 3d]]></category>
		<category><![CDATA[câmera W3 3D Fujifilm]]></category>
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		<description><![CDATA[3 meses sem equipamento e sem previsão de conserto. Viva a FujiFilm! Meu nome é Guto Modesto e, em janeiro de 2011, adquiri nos EUA ,no site Amazon, uma máquina Fujifilm  W3 3D, lançamento da Fujifilm. Esta foi entregue no hotel em FortLauderdale, dois dias antes de retornar ao Brasil, meu Brasil brasileiro. A máquina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>3 meses sem equipamento e sem previsão de conserto. Viva a FujiFilm!<span id="more-1364"></span></h2>
<p>Meu nome é Guto Modesto e, em janeiro de 2011, adquiri nos EUA ,no site Amazon, uma máquina Fujifilm  W3 3D, lançamento da Fujifilm. Esta foi entregue no hotel em FortLauderdale, dois dias antes de retornar ao Brasil, meu Brasil brasileiro.</p>
<p>A máquina é uma compra da WEZEN, empresa de tecnologia que sou proprietário junto com o Daniel Furtado.</p>
<p>Um projeto inovador estava “arquiteturado” e em desenvolvimento. O equipamento (fotografia 3D) seria o grande diferencial deste projeto. Estávamos com muitas expectativas quanto às possibilidades dessa tecnologia.</p>
<p>Chegando ao Brasil, ansiosamente fomos testar o equipamento, tirar fotos 3D, que demais! Tiramos diversas fotos. SURPRESA!!! Ao baixar as fotos tiradas pudemos perceber que um dos Sensores estava com defeito (conclusão nossa), os sintomas eram: <strong>fotos avermelhadas e riscadas. </strong></p>
<p>Como tentativa de solucionar, liguei na central (0800 770 6627) e informei o que estava ocorrendo. &#8211; <em>Bom, antes de continuar, cada vez que ligo no 0800-770 6627 fico uns 30 min. ouvindo a mensagem: <strong>“- a Fujifilm dispõe da mais completa linha de equipamento..blá blá blá..temos diversas lojas para lhe oferecer produtos de qualidade&#8230;”</strong>. algo assim. ahahaha&#8230;no começo eu até acreditava na qualidade. </em>Fui instruído a levar o equipamento completo à fujiFilm, munido de nota fiscal de compra.</p>
<p>Viagem para São Paulo <strong><em>MATRIZ:</em></strong><em> FUJIFILM do Brasil Ltda. Av. Vereador José Diniz, 3400 &#8211; São Paulo-SP 04604-901 )</em> levando o equipamento na esperança de ser algo simples, uma configuração que não estava sabendo realizar. Não, infelizmente, a máquina estava mesmo com defeito e tive de deixá-la na empresa. Hoje, pensando melhor, está mais para: <em>Abandoná-la!</em></p>
<p>Aí começou a novela FujiFilm. Em 14 de fevereiro de 2011, sob ordem de serviço: ODA03174, deixei a máquina na Matriz, com instrução de que seria feita uma análise e eu teria um retorno sobre o procedimento a ser realizado. Dias se passaram e nada, liguei algumas vezes para saber ter notícias e o retorno era de que peças seriam trocadas. Desde então estou sem equipamento e em algumas ligações para a Matriz recebi informação que não havia previsão de receber minha máquina FUNCIONANDO novamente.</p>
<p>Não tinha uma freqüência exata mas, estimo que a cada 15 dias, ligava para saber novidades. Imagine, eu não ligo tantas vezes assim nem para minha família&#8230;rsrs (brincadeira).</p>
<p>Cada ligação uma expectativa. Em uma delas tive retorno de que antes do carnaval a peça chegaria e eu finalmente teria a máquina de volta&#8230;mas infelizmente esqueci de perguntar: <em>antes do carnaval de que ano?</em></p>
<p><strong>03 meses se passaram.</strong></p>
<p>Semana passada, dia 04/05/2011, entrei em contato com a FujiFilm. Voltando, uma moça me atendeu e, ao final de alguns: <em>“obrigados por esperar”,</em> ela me informou que a peça solicitada havia chego, seria substituída e eu receberia a máquina em minha residência dentro de 01 semana. <strong>Fogos para comemorar minha alegria!!!</strong></p>
<p>Hoje, dia 18/05/2011 entrei em contato novamente, afinal os fogos que soltei foram à toa. A <strong>máquina não chegou!</strong> Depois de mais 30min (tempo padrão do 0800 de lá..). Fui atendido, ao final de alguns: <em>“obrigados por esperar” </em>fui e informado que um responsável do departamento técnico iria me ligar para resolver a situação. Eles me ligaram sim, mas a respostas é que:  “ &#8211; <em>infelizmente não chegou a peça correta e novo pedido de importação foi feito e que novamente não há previsão de conserto.”</em></p>
<p>O legal são as opções da FujiFilm, em ligação feita a central:</p>
<p>• esperar pela peça que não tem previsão de chegar;</p>
<p>• solicitar juridicamente nova máquina, mas só quando elas começarem a ser comercializadas no Brasil&#8230;.ahahah. Que show!!!</p>
<p><strong>Ainda estou sem minha máquina. REPITO: </strong><strong>Ainda estou sem minha máquina.</strong></p>
<p>É esta preocupação com o consumidor brasileiro que me deixam satisfeito e feliz.</p>
<p>Obrigado Fujifilm por me ajudar a definir minha próxima compra: <strong>FUJIFILM NUNCA MAIS!</strong></p>
<p><strong>Guto modesto</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Atendendo Reclamações Nas Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 15:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontece]]></category>
		<category><![CDATA[slider]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[por Curso de E-Commerce Como Atender a Reclamações nas Redes Sociais – 4 Providências Um dos principais receios das empresas em abraçar as Redes Sociais, é, como vemos muitas vezes em noso curso sobre Marketing Digital, a exposição a situações menos agradáveis junto ao consumidor. Falhas de produto, problemas no atendimento, reclamações acerca dos prazos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por <a href="http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/atendendo-reclamacoes-nas-redes-sociais/" target="_blank">Curso de E-Commerce</a></p>
<h2><strong><strong>Como Atender a Reclamações nas Redes Sociais – 4 Providências</strong></strong></h2>
<p><img style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/wp-content/uploads/consumidor-midias-sociais.gif" alt="Como atender a reclamações dos consumidores nas mídias sociais" width="150" height="100" align="left" />Um dos principais receios das empresas em abraçar as <a href="http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/category/redes-sociais/">Redes Sociais</a>, é, como vemos muitas vezes em noso <a href="http://www.cursodeecommerce.com.br/cursoecommerce/curso-de-marketing-digital/">curso sobre Marketing Digital</a>,  a exposição a situações menos agradáveis junto ao consumidor. Falhas de  produto, problemas no atendimento, reclamações acerca dos prazos e  entregas, enfim, as possibilidades de a empresa se deparar com a  insatisfação do cliente são inerentes à participação das <a href="http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/category/redes-sociais/">Redes Sociais</a>.</p>
<p>E não é pelo fato de ter ou não um perfil oficial no <strong><em> Twitter</em></strong>, <em><strong>Orkut</strong></em> ou <em><strong>Facebook</strong></em> que essa situação vai deixar de existir. Se a empresa não corresponde à  expectativa, é muito provável que já existam até conversas, artigos em  blogs ou comunidades nas <strong>redes sociais</strong> sobre ela.<span id="more-1342"></span></p>
<p>Como deve, então, a empresa reagir a este tipo de  comunicação negativa, que traz, em última instância, danos à sua imagem  e, consequentemente, perda de credibilidade junto do mercado?</p>
<p>O principio básico para este trabalho é o <em>Monitoramento</em>.  Mesmo que não tenha a assessoria de uma empresa especializada, o  Marketing da empresa deve ter como preocupação fundamental acompanhar o  que se fala dela nos principais canais de comunicação 2.0.</p>
<p>Após identificar alguma reclamação, crítica ou  problema, sugerimos que considere o seguinte roteiro, composto por 4  pontos essenciais:</p>
<h3>1 – Intervir imediatamente</h3>
<p>Num mundo cada vez mais em tempo-real, deixar passar  alguma notícia negativa sem resposta pode ser pior do que o problema em  sí. Uma análise rápida a sites como o <em>Reclame Aqui</em> ou o <em>Nunca Mais</em> dá uma ideia clara do tempo absurdo que algumas levam para atender as reclamações. E em serviços como o <em>Twitter</em>,  em que a comunicação e a viralização de notícias se dá em tempo real,  uma pequena reclamação pode se tornar algo com danos quase irreparáveis.</p>
<p>Por isso, <span style="text-decoration: underline;">acompanhe o que se diz da sua empresa com frequência</span>,  e não deixe passar nenhuma menção, sobretudo negativa, sem uma resposta  rápida. Pode não ser com a solução, mas pelo menos mostra uma  preocupação com o reclamante.</p>
<h3>2 – Isolar a conversa</h3>
<p>Após a intervenção imediata, solicite um contato  direto, por exemplo o email da pessoa que está com o problema, por forma  a retirar a conversa do universo sem limites das <em>redes sociais</em>.  Com isso, a probabilidade qualquer problema ganhar proporções  incontroláveis caí bastante, além de mostrar uma disponibilidade em  prestar um atendimento personalizado ao consumidor.</p>
<h3>3 – Informar corretamente</h3>
<p>Costuma se dizer que pior que o problema é a  incapacidade de o resolver. Tendo concretizado os passos anteriores, a  empresa precisa ter como prioridade a solução efetiva do problema – e se  isso levar algum tempo, ou for algo complexo, não importa. É só manter o  reclamante informado. Evite discursos redundantes e informações vagas,  que só servem para aumentar os danos à imagem da empresa.</p>
<p>E jamais responda com um <em>“Não Sei”</em>.</p>
<h3>4 – Integrar no Pós-Venda</h3>
<p>Resolvido o problema, atendida a reclamação, vem o  passo mais importante e díficil – o de transformar o cliente  insatisfeito num promotor da sua marca. Muitas as empresas conseguem até  seguir os três primeiros pontos de uma forma correta, mas esquecem-se  do <em>Cliente</em> logo após a situação estar resolvida. Vale lembrar  que o boca-a-boca é cada vez mais importante, e que o consumidor está  cada vez mais atento ao que se fala das empresas.</p>
<p>Por isso, na sua política de acompanhamento ao  Cliente, considere desenvolver algumas ações destinadas aos clientes que  reclamaram, como parte da sua estratégia de pós-venda.</p>
<p>Este mundo das <strong>Mídias Sociais</strong> é  relativamente novo no contexto corporativo, e as empresas ainda estão à  procura de formas sustentadas de aproveitar ao máximo o potencial  inegável deste canal de comunicação com o cliente. Mas não tem como  fechar os olhos ao crescimento e aos impactos, positivos e negativos,  que a conversação online tem sobre os negócios.</p>
<p>Por isso, comece a preparar o seu time para esta realidade, e não tenha receio. Só não pode é subestimar o consumidor.</p>
<p>Fonte: Blog Lecom</p>
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		<title>Buscador + rede social = tendência na web!</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 11:59:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontece]]></category>
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		<description><![CDATA[Por MídiaBoom Você consegue imaginar usar a internet sem um buscador? Atualmente, buscadores de internet são essenciais e indispensáveis para qualquer pessoa, assim como as redes sociais. Quem vive sem os dois? Redes sociais e buscadores vêm caminhando lado a lado. O primeiro site mais acessado no mundo é o buscador Google, seguido pela rede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="http://midiaboom.com.br/2011/02/07/buscador-rede-social-tendencia-na-web/" target="_blank">MídiaBoom</a></p>
<p>Você consegue imaginar usar a internet sem um buscador? Atualmente,  buscadores de internet são essenciais e indispensáveis para qualquer  pessoa, assim como as redes sociais. Quem vive sem os dois?<span id="more-1323"></span></p>
<p>Redes sociais e buscadores vêm caminhando lado a lado. O primeiro  site mais acessado no mundo é o buscador Google, seguido pela rede  social Facebook, e mais a frente, na 11ª colocação, vem o Twitter. Mas, e  se os buscadores se transformassem em redes sociais?</p>
<p>O norte-americano The New York Times, por exemplo, está desenvolvendo  (desde o ano passado) uma rede social personalizada para buscas e  compartilhamento de suas notícias. A ideia é que cada leitor edite uma  página com informações de sua preferência, exclusivamente sobre o  periódico, da mesma forma que o blog de notícias Huffington Post já vem  fazendo.</p>
<p>No Brasil, o Busk criou um modelo inédito de buscador com  características além das redes sociais. O buscador (e rede social) é  pioneiro na busca, coleção e troca de notícias, e oferece diferentes  opções de busca – por autor, por site, por fonte, dentre outros – que  dão aos internautas meios mais eficientes de encontrar a informação.</p>
<p>Por meio do Busk já é possível buscar apenas as notícias de um  autor/jornalista que você respeita. É também possível buscas às  informações somente daquele veículo de comunicação que você confia.  Também dá para ler apenas as notícias de um suplemento/caderno  específico que você goste e se interessa. A vantagem é poder selecionar o  assunto e como buscar, mas também interagir, indicar e trocar.</p>
<p>De acordo com Helder Araujo, co-fundador do Busk, o Brasil sempre foi  um ‘early adopter’ de tecnologia e conseguiu aumentar – rapidamente e  em massa – o acesso a algumas novas ferramentas na web, como o Orkut e o  Twitter, por exemplo. “O Busk é a primeira e única solução que o Brasil  cria de maneira inovadora e que pode ser exportada. A plataforma  permite interação e total personalização”, explica.</p>
<p>“Mais de 75% do nosso conhecimento não vem da sala de aula e sim do  aprendizado informal. A internet deixou isso evidente e vivemos um  momento em que a educação formal está em crise, mas que ao mesmo tempo, o  processo informal causa certa angústia nas pessoas. Isso acontece pelo  excesso de informação, claro, mas principalmente porque não há uma forma  simples de busca, gestão e troca do conhecimento. Foi pensando nisso  que desenvolvemos o Busk.com”, conta Helder.</p>
<p>Diferente dos buscadores tradicionais, no Busk a pesquisa não acaba  quando o que é procurado é encontrado, pois é nesse momento que a troca  de conhecimento começa: o viés rede social entra, então, em ação!</p>
<p>Tendência? A interação chegou para ficar e (melhor ainda) de maneira  personalizada. Afinal, ao menos para mim, conhecimento dividido é  conhecimento aumentado. Então, faça seus cliques valerem a pena!</p>
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		<title>Mail Marketing ou facebook???</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 12:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novas tecnologias]]></category>
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		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[mail marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[por WEZEN Você já recebeu ou recebe e-mail marketing de empresas que nunca viu na vida? &#8220;&#8230;breve lançamento!&#8221;, &#8220;&#8230;treinamento para sua equipe&#8221;, &#8220;&#8230;melhore seu desempenho sexual!&#8221;, etc. Algumas empresas compram listas de e-mail, nem sempre idôneas, para disparar suas propagandas sem ao menos pensar se estes compoem seu público alvo, apenas disparam e pronto. Estas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por <a href="http://www.wezen.com.br/site/2011/02/mail-marketing-ou-facebook/" target="_blank">WEZEN</a></p>
<p>Você já recebeu ou recebe e-mail marketing de empresas que nunca viu na vida?</p>
<p><strong>&#8220;&#8230;breve lançamento!&#8221;, &#8220;&#8230;treinamento para sua equipe&#8221;, &#8220;&#8230;melhore seu desempenho sexual!&#8221;, etc.</strong></p>
<p>Algumas empresas compram listas de e-mail, nem sempre idôneas, para  disparar suas propagandas sem ao menos pensar se estes compoem seu  público alvo, apenas disparam e pronto. Estas ações podem ter trazido  retorno antes, hoje elas só prejudicam a verdadeira ação de mail  marketing. Eu por exemplo, recebo diariamente uns 200 e-mail (spam). Eu  apago 98% sem abrir, só lendo o título; Outros identifico pelo remetente  e assim vai. O problema é que vem tantos que hora ou outra na pressa  acabo deletando algum que é não é spam e está no meio desta lambança  toda&#8230;sem falar no tempo perdido selecionando e-mails.</p>
<p>Entendam, empresas de trabalham com <em><strong>marketing de permissão </strong></em>é outra coisa.</p>
<p>Para quem não sabe, mkt de permissão é quando uma empresa/site tem um  espaço para que clientes interessados em receber notícias, novidades e  promoções cadastrem seus e-mail. Neste caso exclusivamente sua ação de  mail mkt pode ter um retorno atraente visto que o cliente se propôs a  receber informativos. <strong>Mas lembre-se:</strong> Esta lista de e-mail deve ser guardada à 7 chaves, nunca (<em>NUNCA</em>) deve ser vendida ou passada para outras empresas.<br />
Inclusive para estes a wezen tem um produto bem legal para disparo de e-mail. <a href="http://www.wezen.com.br/site/contato_wezen/">entre em contato</a>.</p>
<p>Eu cadastrei meu e-mail no site do Paão de Açúcar, lojas de vinhos e  alguns bares para receber a agenda de shows&#8230;recebo estes e-mail de  muito bom grado.</p>
<p><strong>E o FACEBOOK?</strong><br />
Considerando que muitos usuários não querem mais cadastrar seus e-mail  em sites pois tem medo de entrar em listas de spam, o facebook tornou-se  uma ferramenta bastante aficaz para divulgação de informações sem ter  de enviar e-mail. As empresas estão criando &#8220;fanpages&#8221; (um perfil  comercial do facebook) e divulgando na rede. As pessoas podem &#8220;curtir&#8221; a  página e assim toda atualização que há no perfil, os que curtiram  recebem. Uma maneira simples de manter seu público atualizado. Além do  que, através do facebook, amigos podem indicar amigos facilmente, ou  seja, vc pode ter uma divulgação mais orgânica da sua empresa e sem  custo.</p>
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		<title>Carro da Subaru grava seu próprio comercial</title>
		<link>http://gutomodesto.com.br/carro-da-subaru-grava-seu-proprio-comercial/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 12:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontece]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo afora]]></category>
		<category><![CDATA[comercial]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma idéia sensacional que a Subaru do Canadá teve para seu novo comercial chamado de “Pure Performance”, pra promover o modelo Subaru Impreza WRX STi de 305 cv. Todo o trajeto de uma pista de corrida teve na lateral, frames de uma animação do carro, como um imenso storyboard. Em determinada velocidade, a velocidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma idéia sensacional que a Subaru do Canadá teve para seu novo   comercial chamado de “Pure Performance”, pra promover o modelo Subaru   Impreza WRX STi de 305 cv. Todo o trajeto de uma pista de corrida teve   na lateral, frames de uma animação do carro, como um imenso storyboard.   Em determinada velocidade, a velocidade de gravação da câmera, acoplada   ao carro, se iguala a velocidade dos frames impressos criando assim a   animação, como em um flipbook. Realmente impressionante, confiram nas   imagens e vídeos abaixo:<span id="more-1304"></span></p>
<p><img title="subaru1-600x274" src="http://www.wezen.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/subaru1-600x274.jpg" alt="" width="545" height="248" /></p>
<p><img title="subaru2-600x183" src="http://www.wezen.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/subaru2-600x183.jpg" alt="" width="542" height="169" /></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="543" height="332" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zR3X9hJpbDo?version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="543" height="332" src="http://www.youtube.com/v/zR3X9hJpbDo?version=3" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="543" height="334" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/f6ROaFrFQvs?version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="543" height="334" src="http://www.youtube.com/v/f6ROaFrFQvs?version=3" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Via | <a href="http://www.designontherocks.xpg.com.br/carro-da-subaru-grava-seu-proprio-comercial/">Design on the Rock</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>As Mídias Sociais estão renovando a Educação</title>
		<link>http://gutomodesto.com.br/as-midias-sociais-estao-renovando-a-educacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 04:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novas tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[slider]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Além do sucesso das mídias sociais como ferramenta de comunicação e relacionamento entre as pessoas, sejam amigos, familiares ou contatos profissionais, diversas outras frentes têm surgido e ganhado destaque na rede. Nos últimos meses, tivemos bons casos de mobilização política nas mídias sociais, uma voltada para doação de sangue, diversas ONGs e OSCIPs tem contado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além do sucesso das mídias sociais como ferramenta de comunicação e   relacionamento entre as pessoas, sejam amigos, familiares ou contatos   profissionais, diversas outras frentes têm surgido e ganhado destaque na   rede. Nos últimos meses, tivemos bons casos de mobilização política  nas  mídias sociais, uma voltada para <a href="http://www.veiasocial.com.br/">doação de sangue,</a> diversas <a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&amp;local=18&amp;source=a3083116.xml&amp;template=3898.dwt&amp;edition=15746&amp;section=213">ONGs e OSCIPs</a> tem contado com a ajuda das mídias sociais (<a href="http://www.publiweb.com.br/blog/solidariedade-transforma-rede-social-em-corrente-social/">inclusive a Cruz Vermelha</a>), além, é claro, das empresas que melhoram a percepção de suas marcas e aumentam seus lucros.<span id="more-1311"></span></p>
<p>Mas o nos chamou a atenção é o uso das mídias sociais para   potencializar a Educação. Se por um lado colégios e universidades   tradicionais julgam as mídias sociais como distração e perda de tempo,   estudos e casos têm mostrado justamente o contrário: elas são capazes de   ajudar os estudantes.</p>
<p><img title="midias-sociais-na-educacao" src="http://www.wezen.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/midias-sociais-na-educacao.jpg" alt="" width="545" height="423" /></p>
<p>Sobre esse assunto, <a href="https://docs.google.com/leaf?id=0Bwk38TxAG_5fY2E4MTVjOWQtOWYzNi00MTI3LTlhMDEtNzdjMGYxN2QzZTNi">alunos e pesquisadores da Universidade Federal de Sergipe comentam</a>:</p>
<blockquote><p><em>O fato é: o conhecimento está espalhado pelo  ciberespaço. Cabe ao  professor fundamentar os conceitos necessários  para que o aluno possa  aprender a “nadar” em meio ao dilúvio de  informações que lhes são  disponíveis e, ainda, devem ser estimulados a  compartilhar e construir o  conhecimento de forma conjunta. (…) A grande  questão é como o educador e  também o educando devem lidar com as novas  ferramentas disponíveis na  contemporaneidade. A tecnologia não  subestima, nem o educador, nem o  educando; apenas modifica as relações  entre os mesmos propiciando um  novo ambiente de compartilhamento de  conhecimento em que o domínio sobre  a máquina e sobre o ciberespaço se  faz imprescindível.</em></p></blockquote>
<h3>Casos interessantes</h3>
<p>Dois professores brasileiros integraram blog, Orkut e Facebook em   seus métodos pedagógicos, obtendo grande aceitação dos alunos e   aprendizado real, indo além do tradicional uso da tecnologia para   trabalhos do tipo “copia e cola” (<a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2010/10/25/sobre-ensino-falam-os-mestres-922857034.asp">leia o texto completo</a>). Suas maiores barreiras foram as políticas de uso da internet das próprias escolas e o problema da inclusão digital. <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL617037-9654,00-MORADOR+DE+RUA+PASSA+EM+CONCURSO+DO+BB+E+ASSUME+CARGO+EM+JULHO.html">Um morador de rua estudou pelo Orkut e passou em um Concurso Público!</a></p>
<p>E já existem iniciativas brasileiras: <a href="http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?id_comunidade=171">Minha Terra</a>, uma comunidade escolar que produz e troca conhecimentos sobre cidades e protagoniza melhorias em seus espaços; <a href="http://www.eunoenem.com.br/">Eu no Enem</a>,   com o intuito de ajudar os jovens que vão fazer o Exame Nacional do   Ensino Médio, essa mídia social acolheu quase 20 mil usuários em apenas   74 dias; o <a href="http://www.ebah.com.br/">Ebah!</a>,  uma mídia  social de relacionamentos acadêmicos que permite a troca de  informação e  conhecimento entre seus usuários; entre outras.</p>
<h3>Twitter melhora o desempenho escolar</h3>
<p>Muitos acreditam que comunicar-se por meio de 140 caracteres poderia   ser prejudicial ao desenvolvimento de estudantes, pela concisão que o   Twitter impõe e suas consequentes informações superficiais e linguagem   própria. Entretanto, um estudo recente da Universidade Lock Haven, nos   EUA, revelou que alunos que utilizaram o Twitter para completar tarefas   foram mais engajados durante o semestre letivo do que os alunos que não   utilizaram o microblog. Espera-se que essa pesquisa incentive o uso do   Twitter por educadores (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=SVOY2x81_bg">veja o vídeo</a>).</p>
<p>Via | <a href="http://campanhadigital.net.br/2010/11/06/as-midias-sociais-estao-renovando-a-educacao/?utm_source=ocioso&amp;utm_medium=blog&amp;utm_campaign=1">Campanha Digital</a></p>
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